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Associação Portuguesa Fam Num

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#PT1194

  Portugal

Associação Portuguesa Fam Num

Somos um grupo de casais com três ou mais filhos, acreditamos nos valores da família, defendemos o direito à vida desde o momento da concepção até à morte natural e sentimos a necessidade de apoiar as famílias numerosas.

Visão

Portugal tem desde 1982, valores do índice sintético de fecundidade que se situam abaixo dos níveis de reposição da população. (2.1)

Esta situação tem conduzido a um défice demográfico, que a cada ano se agrava e acentua e que gera no país visíveis consequências.

Estas consequências já visíveis tenderão a agravar-se no curto prazo, gerando no país insustentabilidade económica e social.

Contudo, os portugueses têm manifestado o desejo de ter mais filhos (Inquérito à Família e Fecundidade INE ) . Curiosamente o número de filhos necessário para haver reposição da população.

Havendo em Portugal uma forte penalização das famílias, especialmente dos pais casados com filhos, pretendemos contribuir para a consciencialização desta situação e pretendemos a sua alteração.

Os principais objectivos desta Associação são:

  • Defesa dos legítimos interesses das famílias numerosas, designadamente em matéria fiscal, de habitação, saúde e educação;
  • Defesa do princípio do rendimento "per capita";
  • Promoção de acções de solidariedade e apoio mútuo entre famílias numerosas;
  • Obtenção de facilidades e descontos para os associados;
  • Desenvolvimento de iniciativas de carácter sócio-cultural e de divulgação dos valores da família.

Valores

Acreditamos que:

  1. A vida humana deve ser respeitada, reconhecida e protegida desde o momento da concepção até à morte natural; 
  2. A Família é a primeira comunidade natural da sociedade, anterior ao próprio Estado, pelo que este deve estar ao serviço da Família; 
  3. A Família é o lugar próprio e natural, onde a criança tem o direito a nascer e a crescer, a ser amada, protegida e educada; 
  4. A Família tem direito a escolher a Educação que pretende dar aos seus filhos, cabendo ao Estado assegurar esse direito; 
  5. A sociedade será tanto mais humana, solidária e desenvolvida quanto mais famílias estáveis e felizes houver; 
  6. As famílias constituídas de forma estável e equilibrada são a melhor prevenção e antídoto natural contra a droga, violência, marginalidade e outras disfunções da sociedade; 
  7. Os valores sobre os quais assenta a sociedade:  respeito, tolerância, amor, solidariedade, justiça, verdade, liberdade e responsabilidade, aprendem-se, sobretudo, na Família, pelo exemplo e pela educação; 
  8. O Estado deve apoiar, estimular e promover a Família, respeitando a sua identidade e individualidade, bem como o princípio da subsidariedade; 
  9. As famílias numerosas têm direito ao respeito e apreço de todos, pelo papel indispensável, real e concreto que desempenham no equilíbrio e renovação da sociedade; 
  10. As famílias numerosas têm direito a viver com dignidade, competindo ao Estado garantir esse direito através de políticas adequadas, nomeadamente no campo da Saúde, Habitação e Educação. 

Pretendemos:

  1. Contribuir activamente para uma Cultura da Vida e dos Valores da Família;
  2. Promover uma Civilização de Vida e de Amor, defendendo os direitos e deveres da Família;
  3. Defender a Qualidade de Vida das famílias nos diversos aspectos: físico, material, cultural e espiritual;
  4. Ajudar os casais jovens a não terem medo de assumir compromissos de fidelidade e responsabilidade e a manterem-se abertos à vida;
  5. Fomentar o respeito pela liberdade de os casais decidirem, com sentido de responsabilidade, o número de filhos que desejam ter;
  6. Ajudar as famílias a desenvolverem as suas capacidades de solidariedade intergeracional;
  7. Defender os direitos da Família, colocando-a como objecto prioritário das políticas sociais;
  8. Humanizar as relações Família-Empresa, através da organização do tempo de trabalho e de uma política de apoio à Família, atendendo, de modo particular, à situação e número dos seus membros; 
  9. Garantir aos Pais o direito de livremente optarem por se dedicar, um deles, exclusivamente à assistência aos seus filhos, aos familiares idosos e dependentes, sobretudo no caso de Famílias Numerosas, salvaguardando, no entanto, também o seu direito a um mínimo de condições que a dignidade das famílias exige;
  10. Contribuir para que as leis e instituições do Estado respeitem, valorizem e defendam, de forma positiva, os direitos e deveres da Família, e, em particular, das Famílias Numerosas.

June 22, 2017, 11:27 a.m.

Family and child benefits in the EU

Portugal surge novamente nos últimos lugares nos rankings europeus, só à frente da Grécia e Holanda, no que toca a benefícios estatais para as famílias. Há vários países que registam uma despesa acima de 1000€ por habitante, como o Luxemburgo (com € 3 090), ou a Dinamarca (€ 1 668), Suécia (€ 1 368), Finlândia (€ 1 212), Alemanha (€ 1 132) , Áustria (€ 1 071) e Irlanda (€ 1 060). Na ponta oposta do gráfico, ficam países cujas despesas ficam abaixo dos 200€/habitante, como é o caso da Roménia (€ 91), Bulgária (€ 112), Lituânia (€ 135), Letónia (€ 154), Croácia (€ 155), Polónia (€ 166 ), Grécia (€ 182) e Portugal (€ 195). Em média, na UE, as despesas com benefícios familiares /infantis ascenderam a 651€/habitante, o que significa que Portugal está muito abaixo da média...

(Esta informação foi publicada pelo Eurostat por ocasião do Dia Internacional das Famílias, celebrado no passado dia 15 de maio.)